terça-feira, 28 de abril de 2015

Para Onde as Crianças Más vão

Eu deveria ter uns seis ou sete anos, quando eu morava no Líbano. O país foi devastado pela guerra na época, e os assassinatos eram comuns e frequentes. Lembro-me durante uma era particularmente cruel, quando os bombardeios raramente cessavam, gostaria de ficar em casa sentado em frente a minha televisão assistindo a um show muito, muito estranho.

Era um show infantil que durava cerca de 30 minutos e continha imagens estranhas e sinistras. Até hoje eu acredito que o show era uma tentativa secreta dos meios de comunicação usarem táticas de intimidação para manter as crianças no lugar, porque a moral de cada episódio gira em torno de ideologias muito tensas: coisas como, "crianças más ficam até tarde", "crianças más ficam com as mãos debaixo das cobertas quando eles dormem", e "crianças más roubam comida da geladeira à noite."

Era muito estranho, e em árabe ainda para variar. Eu não entendia direito, mas a maior parte das imagens eram muito gráficas e aterrorizantes. A única coisa que eu gravei e não irei me esquecer, foi a cena final. Ela permaneceu quase a mesma coisa em todos os episódios. A câmera aumentava o zoom em uma velha e enferrujada porta fechada. Quanto mais próximo da porta, mais alto os gritos agonizantes se tornariam. Era extremamente assustador, especialmente para a programação infantil. Em seguida, um texto aparecia na tela em leitura árabe: "É para onde as crianças más vão." Eventualmente, a imagem e o som iriam desaparecendo aos poucos, e então seria o fim do episódio.

Cerca de 15 ou 16 anos depois eu me tornei um fotógrafo jornalístico. Esse show ficou marcado em minha mente por toda a minha vida, surgindo em meus pensamentos esporadicamente. Eventualmente, eu cansei disso, e decidi pesquisar sobre o programa. Eu finalmente consegui descobrir a localização do estúdio onde grande parte da programação desse canal tinha sido gravado. Após mais investigação e, eventualmente, viajar para o local, eu descobri que era agora desolada e tinha sido abandonada após a terrível guerra terminar.

Eu entrei no prédio com minha câmera. Ele estava queimado por dentro. Ou um incêndio eclodiu ou alguém queria incinerar todos os móveis de madeira. Depois de algumas horas cautelosamente fazendo meu caminho para o estúdio e tirando fotos, eu encontrei um quarto isolado e fora do caminho. Depois de ter que romper algumas fechaduras velhas e conseguir romper a porta muito pesada, eu permaneci parado e congelado na porta por alguns minutos. Vestígios de sangue, fezes e fragmentos de ossos minúsculos estavam espalhados pelo chão. Era uma sala pequena, e uma cena extremamente mórbida.

Mas o que realmente me chocou e me fez correr desesperadamente de lá foi avistar um microfone pendurado no teto, no meio da sala...

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Funnymouth

Venho informar para todos que eu, Rodrigo, estou de volta ao blog com tudo agora! Trago uma creepypasta que vai tirar o seu sono.

Funnymouth


* Funnymouth entrou em #ReferSales.
funnymouth: Olá a todos esta noite
funnymouth: Eu gosto de lmber sngue
funnymouth: de pessoa
funnymouth: eu enxrgo seu lindo rosto não fiq trste
funnymouth: vamos lá
funnymouth: :)
* Funnymouth saiu de #ReferSales.
GhostJeorge: ... Puta merda, que porra foi essa?
lemonlimeskull: Será que isso aconteceu?
GhostJeorge: Sim, Skull. Sim isso aconteceu.

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A primeira coisa que eu devo dizer é que eu sou "lemonlimeskull". Em outras palavras, esse é o meu nome ali em cima.

Essa foi a primeira vez que eu vi ou ouvi falar de "funnymouth", e por tudo que aconteceu, deveria ter sido a última. Qualquer pessoa que tenha passado o tempo suficiente conversando sabe que pessoas esquisitas aparecem. Pessoas que aparecem fazendo perguntas ou simplesmente trollando um canal famoso.

O que pareceu estranho sobre o funnymouth foi o fato de que ele veio e se foi sem algum objetivo particular. Ele não tentou irritar nínguém, e ele não veio perguntar se alguém no canal sabia como consertar seu computador ou remover um vírus.

Ele simplesmente se intrometeu no meio.

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lemonlimeskull: Então, realmente, o que diabos foi isso?
GhostJorge: Não tnho idéia.
GhostJorge: * Não tenho idéia.
lemonlimeskull: Ele está em outro canal, se você quiser ir atrás.
lemonlimeskull: #bluud
GhostJorge: Eu não quero não, senhor.
lemonlimeskull: XD
lemonlimeskull: Filho da puta.

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Eu não sei o que poderia acontecer se eu seguisse esse cara para o outro canal. Eu não sou do tipo que sai para irritar ou discutir com as pessoas. Eu normalmente tento evitar esse tipo de atitude a todo o custo, no entanto, uma vez que alguém começa a implicar comigo eu não me importo de chegar nesse ponto.

Eu acho que o que eu estou tentando dizer é que eu não tenho idéia do porque eu insistir nisso.

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* lemonlimeskull entrou em #BLUUD
lemonlimeskull: Eae.

Ele estava lá, sozinho por conta própria.

funnymouth: O)_(O
lemonlimeskull: :)
lemonlimeskull: Então...
funnymouth: O)_(O
lemonlimeskull: Então... Você está me observando.
lemonlimeskull: Isso é rude.
funnymouth: descupa
funnymouth: eu apenas gust de faser iso
funnymouth: não tem problema
lemonlimeskull: Entendo.
funnymouth: O)_(O

Na verdade, eu dei uma gargalhada em voz alta neste momento. Ele era estranho e inofensivo.

lemonlimeskull: Você pode voltar para #ReferSales se quiser.
lemonlimeskull: Nós não iremos te kikar se é com isso que você está preocupado.
funnymouth: O)_(O
lemonlimeskull: Ou não.
lemonlimeskull: O que quer que seja, cara, você parecia muito interessante e estou entediado esta noite.
funnymouth: eu tabemm esto etediado
funnymouth: eu nuca
lemonlimeskull: ... Você nunca o quê?
funnymouth: eu nuca é iso
funnymouth: eu nuca prqe eles nuca e entaaaaaaaooooo
funnymouth: eu fico nvergonado
lemonlimeskull: O-kay. Bem, vejo você por aí.
funnymouth: O)_(O

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E depois disso, eu saí. A conversa foi muito rápida, e eu pensei que ele era alguém tentando ser ou era um idiota que não sabia usar um programa de chat. Sentar em sua cadeira e procurar por outros chats de um em um segundo sem fazer nada parecia uma forma de se exibir para atenção. Talvez eu tenha feito isso nos anos 90, mas, eh... Estupidez.

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GhostJorge: Hmm?
lemonlimeskull: Nada. Eu seriamente não sei o que ele estava tentando dizer.
GhostJorge: Ha. Bem-vindo à internet.
lemonlimeskull: O que é triste é que, além de você e eu, esse cara é o único usuário ativo aqui a noite toda.
* Lemonlimeskull chuta Killjay e grita "ACORDA !!!"
lemonlimeskull: Blah.

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O silêncio dominou o canal por cerca de meia hora, quando eu minimizei a janela e fui fazer os meus negócios.

lemonlimeskull: Alguém online?

Nenhum. Oito usuários no canal, nenhum está ativo.

lemonlimeskull: TÉDIO.
lemonlimeskull: Por que vocês são tão chatos?
funnymouth: O)_(O
lemonlimeskull: ACORDEM.
* Lemonlimeskull coloca a mão de todos em uma bacia de água quente.

Demorei alguns segundos para ver ele novamente. Funnymouth novamente, observando novamente. Eu não conseguia acreditar, dei um suspiro "essa merda de novo não."

Então eu percebi que ele não estava no canal.

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lemonlimeskull:?
lemonlimeskull: ...
lemonlimeskull: Alguém mais percebeu ele?
lemonlimeskull: Claro que não, porque você está inativo.

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Obviamente, era apenas um glitch que ocorreu com o servidor. A mensagem foi pulada no início da noite, de forma aleatória. Essas coisas acontecem.

Do mesmo jeito, isso me arrepiou.

Depois de alguns minutos estando lá com a sensação de um frio, uma sensação macabra no meu estômago... Um sentimento de que "eu não deveria ter feito algo"... Eu decidi parar de enfrentar a isso, e fechei o programa do bate-papo.

Claro, eu PODERIA ter apenas ignorado tudo que aconteceu como se tudo estivesse bem, mas para que se preocupar em tentar provar que eu não estava assustado? Merda, ninguém ainda ao redor para falar comigo antes de eu sair.

Depois de mais algumas horas navegando na internet, fui dormir por volta das 2:40 da manhã.

Uma coisa que eu sempre me orgulhava era que eu nunca tive pesadelos. Pelo menos não regularmente. Geralmente, se há monstros ou fantasmas ou guerras nucleares no meu sonho, eu consigo controlá-los e então posso tirar satisfação de ter um grande momento. Estou atirando na cabeça de zombies, e ainda dizendo para os fantasmas que eles não são reais rindo da cara deles, e se há algum desastre, eu sempre sei como chegar ao local seguro.

O número de pesadelos que eu tive foram quatro pesadelos nos últimos dez anos, e sim, eu estou completamente sério.

O primeiro pesadelo da minha vida adulta foi em 2005. Eu tinha acabado de romper um relacionamento com alguém que estava com outra pessoa por mais de um ano pelas minhas costas. Naquela noite, quando eu finalmente consegui dormir, eu sonhei que estava amarrado a uma maca médica, enquanto algum tipo de criatura invisível inexplicável arrancou meu cérebro através de uma máquina orgânica.

O cérebro gritava sem cansar.

O segunda pesadelo era comigo visitando um centro médico onde eles estavam experimentando novos métodos de salvar vidas. Era um passeio fantástico nesta facilidade de alta tecnologia, a abundância de maravilhas da ciência moderna, as pessoas de jaleco, etc. Então, eu estava indo para uma sala onde três vítimas de um acidente de carro tinham sido "salvas" por suas técnicas. Isto incluía uma jovem cujo rosto tinha sido completamente distendido e deslocado em torno de seu peito, e uma mulher que não passava de um aglomerado de carne com membros, todos unidos por um longo tecido de carne.

O terceiro veio logo após a segunda. Eu estava sendo abordado por duas pessoas - um que queria me insultar sem parar, e outro que tentava me beliscar de maneira absurdamente ineficaz. Pensando que eu podia controlar esse sonho como os outros, eu defini os dois homens para brigarem um contra o outro, pensando que seria uma espécie de justiça poética.

Em vez disso, eles se tornaram cada vez mais violentos, até que um estava soqueando o rosto do outro, agarrando sua língua com um punho e furiosamente puxando-a até que ela saiu ... Então ele puxou as pálpebras do outro até que distendeu em algum tipo de prolapso grotesco.

Acho que o que estou querendo dizer é que, mesmo quando eu tive pesadelos, eu nunca fui o alvo real de qualquer tipo de horror. Ela sempre foi uma espécie de horror empático e brutal para os outros.

Esta noite, porém, era diferente. Assim que eu adormeci, eu comecei a sonhar. Basicamente, era um sonho recorrente onde eu estava na floresta, apenas observando animais e pássaros e frio e agindo de forma fria. Eu deitei na grama e observei o céu. Todo os sonhos eu saúdo, porque mesmo tendo um dia de merda, eu vou acordar feliz e pronto para começar de novo.

Desta vez, o roteiro mudou. Deitei na grama... Mas enquanto eu estava olhando para o céu, eu senti algo estranho.

Era uma sensação de algo melado e frio no meu pescoço.

No sonho, eu toquei em meu pescoço e tirei uma longa minhoca que contorcia. Minhocas me davam nojo. Se eu vejo uma no quintal, eu pego uma pá e bastante terra e ponho sobre ela simplesmente para que eu não possa vê-la novamente.

Com nojo, mas mais ou menos contente, eu tirei a minhoca de meu pescoço e continuei o meu sonho.

Então... Essa sensação novamente. Algo molhado e viscoso contorcendo-se em meu pescoço.

Tirei outra minhoca.

Novamente.

Na terceira vez, o sentimento de confusão e medo ficaram tão fortes que eu imediatamente acordei. Isso é o que geralmente acontece quando a merda pega em meus sonhos. Game Over.

Mas eu percebi uma coisa quando acordei. Toquei em meu pescoço e senti uma gosma viscosa na minha pele. Eu pensei que poderia ser eu babando durante o sono. Nada do que se orgulhar, mas não é exatamente aterrorizante. Minha mente durante o sonho deve ter traduzido o sentimento nojento de saliva em uma criatura aterrorizante na floresta.

Talvez o mais preocupante foi o fato de que ao redor da cama parecia ter marcas. Quatro marcas, para ser exato. Era como se alguém ajoelhado estivesse ali enquanto eu dormia.

Havia uma série de razões do que poderia ter acontecido... Mas a partir daquela noite, eu demorei muito para dormir. Qualquer coisinha, como o som de um ventilador de teto, me acordava imediatamente. Eu não tinha interesse em voltar para a floresta daquela noite novamente.

Quando amanheceu, eu estava pronto para sair de casa. Antes eu apenas fui verificar meu e-mail para me certificar de que não tem quaisquer transações pendentes ou perguntas que eu tinha de responder.

Surpresa!

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De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 novembro, 2012, 02:42
Para: Charles Watts <chwatts@refersales.com>

eu tinha um bom momento para falar com você que pode seeeer divertido anovamente você vai ver o que

eu nao gosto diso para

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Como você provavelmente se lembra, eu não havia dado meu endereço de e-mail para ele. No entanto, a resposta lógica seria que, alguém no canal deve ter passado o e-mail. Ele, obviamente, voltou a #ReferSales, perguntou para alguém quem eu era, e esse babaca me traiu completamente, sabendo que eu não dou a minha informação de contato pessoal.

Porém...

O e-mail datava 2:40. Isso foi no momento que eu fui para a cama... Quando todos no canal ainda não estavam presentes.

Mesmo que eu soubesse que eu estava sendo algum tipo de isca, eu respondi.

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De: Charles Watts <chwatts@refersales.com> Sábado, 17 novembro, 2012, 09:29
Para: funnymouth@bluud.com

Uhhhm, sim parça. Não queria exatamente que você me mandasse e-mails.

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Eu fui claro e direto ao assunto. Não havia dúvida na mensagem que eu estava enviando, e apesar de ter sido meio rude, eu não estava incitando ele para responder ao pedido e iniciar uma guerra.

Mas, é claro...

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De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 novembro, 2012, 09:30
Para: Charles Watts <chwatts@refersales.com>

porfavr
nem fiqe tão triste com esso

eu sei que vose pode gostar diso nos vimos se divertir muito do tempo

está tudo bem mesmo

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E com isso, eu bloqueei o endereço dele. Realmente, eu deveria ter feito isso antes, mas eu ainda tinha algum tipo de interesse em ver onde exatamente iriamos chegar. Talvez se eu colocasse meu pé no chão, ele iria admitir que ele estava apenas sendo um idiota e me chamaria de um cobertor molhado sem humor (a tradução quis que fosse assim kkkkkkk).

Por valer a pena, você pode relaxar neste momento. O bloqueio prende ele. Não havia nenhuma mensagem dele após o bloqueio.

Depois de alguns minutos, eu fui me certificar de que estava tudo bem e iria continuar meu dia. Quando cheguei ao entardecer em casa havia alguma coisa errada, eu senti uma sensação horrível e congelante em meu estômago... E eu não faço idéia do porquê.

Bem, isso não é bem verdade, eu tenho IDÉIA da causa.

Eu fui ver o meu e-mail.

Nada do "funnymouth", mas havia um e-mail do Jorge.

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De: Jorge G <ghostjorge@refersales.com> Sábado, 17 de novembro de 2012, 14:03
Para: Charles Watts <chwatts@refersales.com>

Hey,

Refersales.com está fodido. Não consigo fazer nada para carregar. Quando você estiver on-line, por favor dê uma olhada, ASAP (Assim que possível).

Fique na paz,
Jorge

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Aconteceu uma série de maldições. Tempo perdido significou perda de vendas, e eu tinha saído para passear durante todo o dia sem nenhum jeito do Jorge poder ter contato comigo. Se eu tivesse sido um pouco menos rigoroso com as minhas informações pessoais, ele poderia ter me chamado.

BluudCarreguei o site e esperei por algum tipo de tela de erro.

Em vez disso, ele começou a redirecionar para outra página.

Bluud.com



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De: Charles Watts <chwatts@refersales.com> Sábado, 17 de novembro de 2012, 18:15
Para: Jorge G <ghostjorge@refersales.com>

Sim, eu acabei de ver isso. Ele está redirecionando para um site com uma cara pixelizada gigante com uma língua estranho.

Eu acho que isso tem a ver com o funnymouth. Você deu a ele o meu e-mail? Com o domínio nele?

De: Jorge G <ghostjorge@refersales.com> Sábado, 17 de novembro de 2012, 18:23
Para: Charles Watts <chwatts@refersales.com>

É uma página 404, não um redirecionamento. O que você está fumando?. Tudo que eu vejo em Bluud.com é um aviso "em breve".

Jeorge.

De: Charles Watts <chwatts@refersales.com> Sábado, 17 de novembro de 2012, 06:25
Para: Jorge G <ghostjorge@refersales.com>

Har har har. Muito engraçado.

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Então Jorge me mandou um e-mail com uma screenshot do erro 404... Juntamente com um aviso dizendo "em breve" para Bluud.com

Ele poderia ter facilmente falsificado... Mas por quê? Quero dizer, se isso era algum tipo de brincadeira, eu não entendi por ser muito abstrato.

Quando eu vi os meus arquivos do site, tudo estava normal. Nada estava fora do lugar, e ninguém tinha sequer logado para mudar nada. Eu verifiquei nameservers do nome de domínio... O que faz rotas para um domínio... E nada estava fora de ordem.

Do mesmo jeito... Havia aquela face com uma língua estranha pendurada olhando para mim com seus olhos vazios de alma.

Então... Eu não sei como eu não me toquei nisso em primeiro lugar.

Olhando de perto, a imagem do rosto não estava realmente pixelizada. Ele era feito de letras minúsculas, um código HTML colorindo cada letra específica fazendo então a imagem.

Uma aqui e uma ali, a palavra que faz a imagem estava bem na minha frente. "funnymouthfunnymouthfunnymouthfunnymouth" em um grande conjunto de disparates.

Eu me senti como se fosse vomitar na tela.

Eu desbloqueei o e-mail dele e então comecei a escrever ameaças para ele. Eu não me importo mais realmente se eu vou ter o site de volta, eu só queria tirar o peso do meu ombro para que eu pudesse me sentir como se eu estivesse no controle da situação novamente.

Antes de eu conseguir terminar a mensagem... Eu senti aquela sensação estranha e arrepiante novamente. Aquela sensação "Não, não pode ser" em que você acha que é tudo um absurdo, mas ao mesmo tempo você sabe que está certo...

Eu fui dar uma olhada em meu inbox...

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De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:00
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

ew vejo seu lndo rosto

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:00
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

ola colega

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:01
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

vams la

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:01
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

oie

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:01
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

oe oie oie

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:01
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

eum nau kero para nao

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:01
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

eu nau xei sobre iso porfavor

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:01
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

eu vej seu rostu lindaum

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Não era apenas as minhas sensações que estavam corretas, a sensação que eu tinha de que ele me mandou e-mails diretamente após desbloquear ele, mas na verdade parecia que ele estava me mandando e-mails desde que eu BLOQUEEI ele.

Então mais dez mensagens chegaram durante o tempo em que eu estava escrevendo...

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De: Charles Watts <watts@refersales.com> Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:00
Para: funnymouth@bluud.com

PARA PORRA!!

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Eu estava pegando uma dor de cabeça de tanto estresse. Meu coração estava acelerado, não de medo - mas de raiva. Funnymouth talvez seja a pessoa mais irritante em toda internet - e isso é dizer muito.

Felizmente, a sequência de letras, de fato, parou.

Eu tentei me acalmar, respirar fundo, mas não parecia adiantar. Eu ainda estava puto da cara. Metodicamente, eu enviei para ele outra mensagem cheia de amor.

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De: Charles Watts <watts@refersales.com> Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:21
Para: funnymouth@bluud.com

Oi.

Eu não estou entendendo o que você quer dizer. Eu acho que temos uma barreira linguística entre nós. A sua língua primária é inglês?

Eu acho que você fez algo em meu site, e eu gostaria que você o desfizesse.

Se você está com raiva de mim, não foi minha intenção primária provocar tamanha raiva. Talvez você tenha desentendido o que eu disse, ou o que eu quis dizer.

Por favor, restaure meu site para a forma normal e vamos seguir nossos caminhos sozinhos.

Obrigado.

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Eu esperei.

Eu tentei pensar em como eu iria controlar minha raiva, e eu acho que a melhor maneira foi descarregando toda a raiva na mensagem mesmo. Este cara concerteza entendeu o que eu disse. Ele deve ter percebido o erro que cometeu.

Eu me acalmei. Tudo iria ficar bem.

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Até que...

De: funnymouth@bluud.com Sábado, 17 de novembro de 2012, 19:23
Para: Charles Watts <watts@refersales.com>

O)_(O

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Eu pulei da cadeira.

Eu pulei da cadeira e atravessei todos os limites do céu e além. (ou infinito e além!)

Eu quebrei o monitor com minha palma e derrubei ele da mesa. Isso me irritou ainda mais, enquanto eu dei socos e murros em meu teclado até que as teclas voassem pelos ares. Eu gritei com uma mistura de frustração comigo mesmo e raiva da situação, saí pela minha casa destruindo tudo.

Quebrei tudo o quanto eu podia de acordo com minha energia, devastando minha própria merda. Eu poderia queimar a casa inteira se eu estivesse com um isqueiro.

Naquela noite, eu encarei o teto para o que me parecia uma eternidade até cair no sono.

Aguardando o sono, eu sabia que eu estava andando de cara para um pesadelo. Eu apenas sabia disso. Assim era como a minha sorte estava indo. Imagine o quão surpreso eu estava, até no sono, ao invés de algum lugar horrível, eu estava completamente seguro...

A floresta.

Eu deitei sobre a grama novamente. Eu senti o relaxamento. Eu sabia, até o meu subconsciente sabia, que tudo ficaria bem. Não importava o quão pesado seria o que o mundo jogaria contra mim, o mundo apenas iria fracassar. Nada era permanente. Tudo estava em transição. Ninguém conseguia me pegar.

Eu senti um rastejo sobre meu pescoço novamente.

Não. Nada poderia estragar isso agora. Eu ignorei a minhoca. Ela iria embora.

Eu senti o rastejo se dirigindo até minha boca. Agora, eu não podia mais acordar. Eu sempre conseguia acordar nas outras vezes... Mas parece que isso era algo do passado agora.

Então, aquilo não era uma minhoca. Era um dedo. Então outro. Então outro até quatro rastejantes viscosos dedos estavam se agarrando em minha dentina, agarrando meu maxilar inferior.

Não doeu quando aconteceu.

Foi mais pressão do que dor.

Foi rápido e antes de eu mesmo saber, acabou.

Eu então consegui acordar. Sentei-me e fiquei de pé na escuridão completa. Sentindo o meu caminho apenas pelas paredes, eu andei até o banheiro. Aqui, eu finalmente achei um recurso de luz.

Eu estava diante do espelho, esfregando os olhos e tentando me adaptar ao ambiente.

Eu fiquei parado diante do espelho sem fazer nada. Sem sentimentos. Sem pensamentos.

Então eu sorri.

Eu sorri o máximo que eu podia, agora que meu maxilar estava quebrado, solto e pendurado perto do meu pescoço. Minha língua pendeu para fora, como uma lesma paralítica e gosmenta.

Meus dentes estavam aos pedaços, e eu poderia remover cada um simplesmente com a mão e com a mesma dor de uma agulhada.

Eu dei uma gargalhada, o som do deslocamento dos dentes parecia de uma goteira do esgoto.

Que rosto bonito!

Mas que boca engraçada!

Uma funnymouth!

Uma funnymouth funnymouth funnymouth!

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* lemonlimeskull entrou em #ReferSales.
lemonlimeskull: Eu vejo seu rosto bonito.
lemonlimeskull: Não fique tão triste com isso!
lemonlimeskull: :)
GhostJeorge: Hey, aonde diabos você esteve?
GhostJeorge: olá? Charles?
GhostJeorge: ...
lemonlimeskull: O)_(O
* lemonlimeskull saiu de #ReferSales.

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Créditos para Slimebeast.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Lendas Urbanas #1 - Mulher De Branco





Essa é a série que o nosso parceiro está apresentando no canal dele, e eu estarei divulgando aqui!

Postaremos vídeos da série assim que possível.

Keep Creeping!

Sigam-me no twitter: @paulinhodantas4

Até!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Jigokutshushin.de

Jigoku tsushin-1-.pngDiz a lenda que existe na internet um site que permite as pessoas colocarem o nome de quem querem se vingar, só que o tributo para que isso aconteça é, oferecer sua alma, ou seja, quando você morrer, irá para o inferno, igualmente a pessoa a qual será amaldiçoada com sua vingança.

No momento em que você coloca o nome da pessoa no site e aperta o botão, surge na tela a Jigoku Tsushin (em português, garota do inferno) e te entrega um boneco com uma fita vermelha. A partir deste momento você tem que escolher se tira ou não a fita, pois no segundo em que tira-la  a maldição estará solta e a pessoa que teve seu nome escrito no site terá sua alma levada para o inferno, do mesmo modo do que você. Mas não é tão fácil assim, pois o site só abre uma vez por dia, exatamente a meia noite, aqui o link: Jigokutshushin.de

~~~~~~~~~~~~~
Caso você queira fazer mesmo, o Creepypasta Puro não se responsabiliza por você visitar o inferno (:
[PS: Caso não queira visitar o site a MEIA-NOITE, ajuste seu relógio para MEIA-NOITE]

Keep Creeping!
@paulinhodantas4

quarta-feira, 18 de março de 2015

Creepypasta dos Fãs: Artemiel

Olá, meu nome é Artemiel, Arte... MIEL! O que venho contar-lhes não é real... Digo, eu já não sei o que é, e não é REAL! Não sei quem sou e nem se meu verdadeiro nome é, de fato, Artemiel, mas sei que é do que me lembro. Lembro-me de ter acordado no que acreditava ser o meu quarto, cheio de pôsteres de arcanjos e símbolos. Havia lá, também, um grande armário branco, tudo era branco. Estava confuso, não lembrava de nada, apenas do nome que ecoava em minha mente, incessante: Artemiel, Artemiel, ARTEMIEL!
- O que diabos é Artemiel? Perguntei.
Olhei mais para o quarto, na parede, havia um calendário, era uma quarta-feira, dia 22 de março, do ano de 2006. Havia também um relógio em meu pulso, marcando as 7:00 da manhã. Passei, então, a reparar no quarto, no intuito de lembrar-me de algo, mas não consegui nada. Passei cerca de uma hora olhando os pôsteres, lendo algumas passagens dos livros, nada me era esclarecedor. Reparei mais um pouco, embaixo da cama, de trás da porta, no armário, não tinha nada. Decidi sair do quarto, eu estava numa casa de 2 andares, havia outro quarto do meu lado. Reparando do lado de fora, a casa aparentava estar vazia, além disso, setas, em cor vermelha, me indicavam um certo caminho a percorrer. Seguindo as setas, desci as  escadas, chegando ao que aparentava ser a sala. Nela, havia um sofá grande, duas poltronas, uma Tevê, uma estante e um grande espelho. Como já havia dito, eu não lembrava de nada, além de, é claro, o nome: Artemiel. Fui de frente ao grande espelho, vi meu rosto, pois não lembrava dele também. Tenho cabelos negros, curtos, cerca de 1,70 a 1,80 de altura, olhos castanhos, cor parda. Não me admirei e nem me espantei. Era como se eu descobrisse algo novo.
- O que há de ter acontecido comigo? -Penso.
No chão da sala, havia mais setas vermelhas, a cozinha ficava do lado da sala e o banheiro no meio, entre os 2 cômodos. Não havia setas lá, indaguei-me: Por quê? Para sanar minhas dúvidas, fui verificar os cômodos, não havia nada demais também. Na cozinha havia alguns eletrodomésticos, mesa, cadeiras, um abajur. No banheiro, uma banheira, um vaso sanitário, um espelho e uma pia. Nenhuma seta. Voltei para a sala, abri a porta da casa e sai na rua. Na porta da casa, havia mais setas vermelhas, num caminho feito de pequenas pedras, também havia uma garagem na casa. Não fui lá. Havia uma casa frente a minha, a casa onde acordei era branca, a que estava frente ela, era negra. Frente a essa casa negra, também havia setas vermelhas. Caminhei até o meio da rua, quando um garoto também sai da casa negra. Fiquei apreensivo, mas também relaxado, finalmente encontrei alguém, ele poderá me dizer quem sou. Ele se aproxima, quando digo-lhe:
- Olá! Poderia me ajudar? Isso pode parecer estranho, mas é... Bem, eu não lembro de nada, não sei quem sou!
Ele me olha, dos pés a cabeça, e diz:
- Estás brincando comigo? –Perguntou.
Respondo-lhe:
- De forma alguma, não lembro de nada! Única coisa que me lembro é de um nome: Artemiel!
- Só pode estar de brincadeira –Ele diz.
- Por que estaria? -Digo.
- Porque é igual comigo, não lembro de nada, a não ser desse maldito nome! -Diz ele.
- Como pode? –Pergunto-lhe.
- Não sei! –Diz-me ele.
Pergunto-lhe o que há na casa, ele me diz que não há nada: Disse-me que acordou as 7:00 da manhã e que não há nada de esclarecedor em seu quarto. Além disso, disse-me que há  setas vermelhas na saída do seu quarto, que vão até a sala da casa, há outro quarto do lado do seu e também não há nada na cozinha e no banheiro. Isso me assustou, assustou muito. Perguntei também se ele havia visto algo mais, ele me diz que nada, a não ser uma chave no bolso de sua calça.
- Bolso? –Pergunto.
- Sim! -Responde ele.
Achei estranho! Verifico meus bolsos... ENCONTRO UMA CHAVE!
- Você tentou, é... abrir algo com a chave? –Pergunto.
- Não! –Diz ele.
Há três fatos incomuns que não lhes contei: Minha vestimenta era completamente negra, enquanto toda a casa em que acordei, era de cor branca. O rapaz que encontrei, a minha frente, tem uma vestimenta completamente branca, como a cor da casa em que acordei. Lembra do quarto ao lado do que acordei? Eu tentei abri-lo, mas ele estava trancado. Lembra das setas? Elas não seguiam para fora da casa, e sim, para dentro dela, mais precisamente para dentro do quarto trancado.
Decidimos, então, entrar cada um em uma casa, eu na negra, ele na branca. Não perdi tempo, peguei a chave, subi as escadas, vi as setas, cheguei  frente ao quarto, pus a chave na tranca, abri a porta... O que vi foi aterrorizante, doentio, discrepante... Havia pedaços de membros de corpos, nas paredes, escritos com sangue, estava escrito o nome: ARTE! Alguns membros também foram alinhados para formar esse nome. Não consegui permanecer muito tempo ali, antes de sair da casa, verifiquei o quarto em que o rapaz diz ter acordado. Realmente não havia NADA, a única coisa que me surpreendeu foi a abundância de pôsteres de artes e quadros de artistas. No mesmo instante que sai da casa negra, o rapaz sai também da casa branca. Eu não sei explicar bem esse momento, é como se nós dois soubéssemos de algo, mas não temos coragem e nem confiança o suficiente para contar ao outro. Automaticamente, ambos começamos a ir para o último lugar ainda não visto: A garagem. Nos olhamos uma última vez, demos as costas, abrimos as garagens... Quando entrei, a porta da garagem logo fechou-se, sozinha, isso não me impactou em nada, pois eu estava perplexo com o que havia a minha frente: Um quadro enorme, uma mesa com velas e uma faca nela. ARTEMIEL! Finalmente entendi... No quadro, havia um anjo e um demônio. O anjo representava a imponência e força de Deus, esse se encontrava em pé, no qual a sua mão direita empunhava uma espada longa, que perfurava o coração do demônio. Deitado, encontrava-se o demônio, representando a avareza e mentira de Satanás, na mão direita empunhava uma espada negra, tal qual se encontrava no coração do anjo. Ambos, anjo e demônio, estavam chorando. Abaixo do quadro, existia um texto: Artemiel, melhor: Arte e Miel! Quando encontrados em solo sagrado, forjando espadas e cantando lírios ao senhor, eram abundantes em sabedoria e alegria, como pôde, Miel, filho de Deus, teres caído para as depravações da serpente? Eis que quando ao lado do Senhor, não havia dúvidas em seu coração? Quando ao lado de seu irmão, Arte, eras feliz? Pois agora, que abandonastes teu pai, sofrerá pelas mãos de seu carrasco, seu próprio irmão... Arte!
A faca que vi inicialmente, na mesa, na verdade, era uma espada. A espada negra do demônio Miel. Após ver o quadro e ler o texto, eu fui capaz de lembrar do que aconteceu...
Meu nome é Lennon, eu tenho 18 anos, o rapaz de branco é meu vizinho e melhor amigo. Na terça feira, quando voltávamos da escola, nós paramos em uma mesquita recém aberta, na volta do trajeto para nossas casas. Lá, nós falamos com o atendente: Um homem alto, careca, barbudo e de vestimentas negras. A principio, o achei estranho, mas nada de muito alarmante. Digo, essa era a imagem que eu tinha desse tipo de pessoa. Nós não compraríamos nada, só iriamos olhar mesmo. Quero dizer, eu não o tipo de pessoa religiosa, etc. Na verdade, eu era só um otário, zombava de tudo e de qualquer coisa. Isaac, meu amigo, o garoto de branco, ele era um tanto mais ‘’conservador’’. O atendente apareceu interessado demais em nós, mesmo eu tendo dito que só queríamos dar uma olhada.
- Vão querer comprar alguma coisa? Disse o atendente.
- Não! Disse eu.
- Viemos apenas dar uma olhada! –Disse Isaac.
Mas o sujeito insistiu...
- Por favor, como cortesia, por serem os primeiros clientes a virem aqui, permita-me dar-lhes um presente em nome da loja. –Disse o atendente.
- Não precisa! –Dissemos.
- Eu insisto! –Disse ele.
Maldito! Se eu soubesse... Se eu, ao menos, tivesse alguma ideia... Ele nos deu esse maldito quadro... Mas deu a mim apenas a parte do demônio, certamente deu ao Isaac a parte do anjo. Deve saber que sou um vagabundo incrédulo e que o Isaac é um certinho religioso. MALDITO! Eu não lembro de mais nada após receber a metade do quadro, minhas memórias estão confusas. Lembro de ter saído da mesquita, voltado pra casa e de ter dado adeus para o Isaac nas portas de nossas casas... Após isso, eu fui POSSUÍDO! Não só eu, o Isaac também foi!
Lembra da casa branca? Aquela não é minha casa, é do Isaac! EU ASSASINEI A FAMILIA DO ISAAC E PINTEI A CASA DELE DE BRANCO! Digo, eu não, mas o demônio que me possuiu, Miel, fez isso. Ele matou a família do Isaac porque isso representa o que é importante para ele, Isaac e Arte, seu irmão! A benevolência religiosa da família de Isaac seria a representação de Deus em sua vida, o que Miel mais odeia, por ter sido banido do céu e ter sido executado pelo próprio irmão, a mando de Deus. Mas mesmo assim, por ter pintado a casa de branco, isso também representa que ainda ama seu irmão, Arte, embora tenham tomado direções diferentes. O que aconteceu com o Isaac foi o mesmo que aconteceu comigo, Arte assassinou minha família incrédula e mundana, como também pintou a casa de negro em homenagem ao irmão, Miel. As setas representam os caminhos dos carrascos, os sangues dos irmãos, suas escolhas... As vestimentas representam as personalidades... AQUELE MALDITO DA MESQUITA, ELE ERA O DEMÔNIO! Ele sabia, nos conhecia, e nos amaldiçoou com essa maldita rixa de anjos e demônios. Ele está do meu lado agora... Está dizendo: Pegue a espada; ainda não acabou!
Eu pego a espada, saiu da garagem e encontro Isaac do lado de fora, com uma espada na mão... Nesse momento, eu entendo o choro de Miel...

Creepypasta enviada por: UraharaKi.
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domingo, 15 de março de 2015

Creepypasta! - Sr. Bocalarga.


Durante minha infância minha família era como uma gota d'água em um vasto rio, nunca permanecia no mesmo local por muito tempo. Nós nos estabelecemos em Rhode Island quando eu tinha oito anos, e lá ficamos até eu ir para uma faculdade em Colorado Springs. A maioria das minhas memórias estão enraizadas em Rhode Island, mas há fragmentos do fundo do meu cérebro que pertencem a várias casas que vivemos quando eu era muito mais novo.

A maioria destas memórias são sem sentido e não são claras - perseguindo um outro garoto em um quintal em uma casa da Carolina do Norte, tentando construir uma jangada para flutuar no lago atrás do apartamento que alugamos na Pensilvânia, e por aí vai. Mas tem esse set de memórias que eu lembro claro como a água, como se tivesse acontecido ontem. Eu constantemente fico divagando se essas memórias não foram apenas sonhos lúcidos produzidos por uma um longa gripe que eu tive naquela primavera, mas no fundo do meu peito, eu sei que elas são reais.

Nós estávamos vivendo em uma casa nos arredores da metrópole de New Vineyard, Maine, população 643. Era uma estrutura larga, especialmente para uma família de três pessoas. Havia alguns quartos que eu nem sequer tinha entrado ainda nos cinco meses que morávamos lá. De certa forma era desperdício de espaço, mas era a única casa disponível no mercado naquela época, pelo menos era a uma hora de distância do trabalho de meu pai.

No dia depois do meu quinto aniversário (com a presença só de meus pais), eu fiquei com febre. O médico disse que eu tinha mononucleose, o que significava nada de brincadeiras pesadas e mais febre por pelo menos três semanas. Foi uma época horrível para ficar de cama - estávamos em processo de empacotamento de nossas coisas para nos mudar para Pensilvânia, e a maioria das minhas coisas já estavam empacotadas em caixas, deixando meu quarto vazio e desconfortável. Minha mãe me trazia Ginger Ale (N.T: Refrigerante local) e livros várias vezes por dia, e essas coisas tiveram a função de ser minha forma de entretenimento pelas próximas semanas. O tédio vinha toda vez me atormentar, esperando os momentos certos para me atingir e só piorar minha miséria.

Eu não me lembro exatamente como eu conheci Sr. Bocalarga. Eu acho que foi tipo uma semana depois de eu ter sido diagnosticado com mono. Minha primeira memória da pequena criatura foi perguntar para ele se ele tinha um nome. Ele me disse para chamá-lo de Sr. Bocalarga, porque sua boca era larga. De fato, tudo nele era largo em comparação ao corpo dele - a cabeça dele, olhos, orelhas pontudas - mas sua boca era de longe a mais larga.

"Você parece um Furby," Eu disse enquanto ele folhava um dos meus livros.

Sr. Bocalarga me deu um olhar curioso. "Furby? O que é um Furby?" ele perguntou.

Eu encolhi os ombros. "Você sabe... o brinquedo. O pequeno robô com grandes orelhas. Você pode criá-lo e dar comida como um bichinho de estimação de verdade."

"Ah." Sr. Bocalarga resmungou. "Você não precisa de uma desses. Eles não são a mesma coisa que ter amigos de verdade."

Eu lembro de Sr. Bocalarga desaparecendo todas as vezes que minha mãe vinha dar uma olhada em mim. "Eu me escondi debaixo de sua cama," ele explicou posteriormente. "Eu não quero que seus pais me vejam porque estou com medo que eles não nos deixem brincar juntos de novo."
Não fizemos muitas coisas nestes primeiros dias. Sr. Bocalarga apenas olhava meus livros, fascinado pelas histórias e figuras que eles continham. Na terceira ou quarta manhã depois de conhecê-lo, ele me saudou com um largo sorriso no rosto. "Eu tenho um novo jogo que podemos jogar," ele disse. "Temos que esperar até depois que sua mãe vier te ver, porque ela não pode nos ver jogar. É um jogo secreto."

Depois que minha mãe me entregou mais livros e refrigerante, Sr. Bocalarga pulou de debaixo da cama e puxou minha mão. "Nós temos que ir no quarto no final do corredor," ele disse. Eu protestei de início, pois meus pais tinham me proibido de sair da cama sem a permissão deles, mas Sr. Bocalarga persistiu até eu ceder.

O quarto em questão não tinha móveis ou papel de parede. Seu único traço característico era a janela em frente a porta. Sr. Bocalarga disparou pelo quarto e abriu a janela com um puxão firme. Então ele me chamou para olhar o chão lá para baixo.

Nós estávamos no segundo andar da casa, mas era sobre uma colina, e por esse ângulo a queda foi mais longa do que o esperado devido a inclinação. "Eu quero brincar de fingir aqui em cima," Mr. Bocalarga explicou. "Eu finjo que tem um grande e fofo trampolim embaixo da janela. Se você fingir bem forte você quica de volta para cima bem alto. Eu quero que você tente."

Eu era um menino de cinco anos de idade e febril, então apenas um pouquinho de ceticismo passou pela minha mente enquanto eu olhava para baixo e considerava a possibilidade. "É uma queda longa". Eu disse.

"Mas isso é tudo parte da diversão. Não seria divertido se fosse uma queda curtinha. Se fosse assim você podia muito bem apenas pular de um trampolim normal."

Eu brincava com a ideia na minha cabeça, imaginando-me cair através do vento frio para então quicar em algo invisível aos olhos nus de volta no ar e voltar para a janela. Mas o realismo prevaleceu em mim. "Talvez outra hora," eu disse. " Eu não sei se tenho imaginação suficiente. Eu poderia me machucar."

O rosto de Sr. Bocalarga se contorceu em um rugido, mas apenas por uns segundos. A raiva sumiu para logo o desapontamento. "Se você diz..." ele disse. Ele passou o resto do dia debaixo da minha cama, quieto feito um ratinho.

Na manhã seguinte Sr. Bocalarga chegou segurando uma pequena caixa. "Eu quero te ensinar malabarismo," ele disse. "Aqui tem algumas coisas que você pode usar para praticar, antes de eu começar a te dar lições."

Eu olhei a caixa. Estava cheia de facas. "Meus pais vão me matar" Eu gritei, horrorizado que Sr. Bocalarga tinha trazido facas para meu quarto - objetos que meus pais nunca me permitiram tocar. "Eles vão me bater e me deixar de castigo por um ano!"

Sr. Bocalarga franziu a testa. "É divertido fazer malabarismo com isso. Eu quero tentar."

Eu empurrei a caixa para longe. "Não posso. Vou me meter em encrenca. Facas não são seguras para serem jogadas no ar."

O franzir de testa de Sr. Bocalarga se transformou em uma carranca. Ele pegou a caixa de facas e foi para debaixo da cama, e permaneceu lá o resto do dia. Eu comecei a pensar o quão frequente ele ficava abaixo de mim.

Eu comecei a ter problemas para dormir depois disso. Sr. Bocalarga me acordava com frequência a noite, dizendo que tinha colocado um trampolim de verdade debaixo da janela, um bem grande, que eu não conseguiria ver porque estava escuro. Eu sempre negava e tentava voltar a dormir, mas Sr. Bocalarga era persistente. Algumas vezes ele ficava ao meu lado até cedinho da manhã, encorajando-me a pular.

Ele não era mais tão legal para brincar.

Minha mãe entrou no quarto uma manhã e disse que eu tinha permissão para dar uma volta lá fora. Ela pensou que um pouco de ar fresco seria bom para mim, especialmente depois de ficar confinado no meu quarto por tanto tempo. Entusiasmado, ponho meus tênis e disparo para a porta dos fundos, gritando de alegria por sentir de novo o sol no meu rosto.

Sr. Bocalarga estava esperando por mim. "Eu tenho algo que quero que veja," ele disse. Eu devo ter olhado estranho para ele, pois em seguida ele disse, "É seguro, prometo."

Eu segui ele até o começo de uma trilha estreita que adentra a floresta atrás da casa. "Esse é um caminho importante," ele explicou. "Eu tenho muitos amigos da sua idade. Quando eles estão prontos, eu os levo adentro dessa trilha, para um lugar especial. Você não está pronto ainda, mas um dia, eu espero que esteja."

Eu voltei para casa, me perguntando que tipo de lugar poderia estar adentro da trilha.

Duas semanas depois de conhecer Sr. Bocalarga, a última demanda das nossas coisas estavam sendo colocadas em um caminhão de mudança. Eu estaria dentro da cabine daquele caminhão, sentado perto de meu pai pela longa viagem para a Pensilvânia. Eu considerei falar para o Sr. Bocalarga que eu estava indo embora, mas mesmo aos cinco anos de idade, eu estava começando a suspeitar que talvez a criatura tinha intenções não muito boas, considerando as coisas que ele tinha dito anteriormente. Por essa razão, eu decidi manter a partida em segredo.

54544278.jpgMeu pai e eu estávamos no caminhão as 4 da manhã. Ele esperava chegar na Pensilvânia pela hora do almoço de amanhã, com a ajuda de um carga infinita de café e seis pacotes de bebidas energéticas. Ele parecia mais com um homem que ia correr uma maratona do que iria passar o dia todo sentado em um carro.

"Cedo suficiente para você?” ele perguntou.

Eu acenei e encostei minha cabeça contra o vidro, esperando dormir por algumas horas antes do sol nascer. Eu senti a mão de meu pai no meu ombro. "Essa é a última mudança, filho. Eu prometo. Eu sei que tem sido difícil para você, por ter estado tão doente. Assim que papai for promovido nós podemos sossegar e você pode fazer amigos."

Eu abri meus olhos assim que o carro começou a se mover. Eu vi a silhueta de Sr. Bocalarga na janela do meu quarto. Ele permaneceu de pé sem emoção nenhuma no rosto até que o caminhão pegasse a estrada principal. Ele acenou com a mãozinha pequena, com uma faca na mão. Não acenei de volta.

Anos depois, eu retornei para New Vineyard. O pedaço de terra que antes tinha minha casa estava vazio, exceto pelas fundações, pois a casa tinha queimado uns anos depois que minha família se mudou. Por curiosidade, eu segui a trilha estreita que Sr. Bocalarga tinha me mostrado. Parte de mim esperava que ele pulasse de trás de uma árvore me dando um puta susto, mas eu sentia que Sr. Bocalarga tinha ido embora, de alguma forma amarrado junto com a casa que não existia mais.

A trilha terminava no cemitério memorial de New Vineyard.

Eu notei que a maioria dos túmulos pertenciam a crianças.

Ficamos por aqui.
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A cada 100 views em um post, haverá uma nova postagem.
Essa regra beneficiara a todos.
Espero que entendam.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Serial Killers #1 - O Maníaco Do Parque



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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Creepypasta: Memórias.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Creepypasta: Gateway of the Mind (O Portão da Mente).


Em 1983, uma equipe de cientistas realizou uma experiência radical em uma instalação não revelada. Os cientistas haviam teorizado que um ser humano sem acesso a quaisquer sentidos ou formas de perceber estímulos seria capaz de perceber a presença de Deus.

Eles acreditavam que os cinco sentidos obscureciam nossa consciência da eternidade, e sem eles, um ser humano poderia, de fato, estabelecer contato com Deus através do pensamento. Um homem idoso, que alegou não ter mais "nada pelo que viver" foi o único que se voluntariou. Para privar-lhe de todos os seus sentidos, os cientistas realizaram uma operação complexa, em que cada conexão do nervo sensorial ao cérebro foi cirurgicamente cortada. Embora a cobaia mexesse os músculos completamente, ele não podia ver, ouvir, sentir, ou cheirar. Com nenhuma maneira possível para se comunicar ou mesmo sentir o mundo exterior, ele estava sozinho com seus pensamentos.

Cientistas monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado de espírito com frases arrastadas que ele próprio não podia ouvir. Depois de quatro dias, o homem afirmou estar ouvindo vozes abafadas, ininteligíveis em sua cabeça. Supondo que era um início de psicose, os cientistas deram pouca atenção às preocupações do homem.

Dois dias depois, o homem gritou que podia ouvir sua esposa morta falando com ele, e ainda mais, ele podia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam convencidos até que o sujeito começou a nomear parentes mortos dos cientistas. Ele repetiu informações pessoais para os cientistas de que apenas seus cônjuges e pais mortos teria conhecimento. Neste ponto, uma parcela considerável de cientistas deixou o estudo.

180px-He has abandoned us by brieana-d4ps7qj.jpg
Eu tenho falado com Deus, e ele nos abandonou.

Apenas um dia depois, a cobaia começou a gritar e apertar seus olhos não-funcionais, na esperança de sentir algo no mundo físico. O sujeito, histérico, agora disse que as vozes dos mortos eram ensurdecedoras e hostis, falando do inferno e do fim do mundo. Em um ponto, ele gritou repetidamente "nenhum paraíso, nenhum perdão" por cinco horas seguidas. Ele continuamente pedia para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava perto de estabelecer contato com Deus. Após uma semana comunicando-se com os falecidos através de seus pensamentos, o indivíduo tornou-se angustiado, dizendo que as vozes eram esmagadoras. A todo momento, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes que se recusavam a deixá-lo sozinho. Ele freqüentemente se jogou contra a parede, tentando provocar uma resposta à dor. Ele pediu aos cientistas por sedativos, para que ele pudesse escapar das vozes dormindo. Essa tática funcionou por três dias, até que ele começou a ter pesadelos graves. O sujeito disse várias vezes que ele podia ver e ouvir os falecidos em seus sonhos.

Depois de mais um dia, a cobaia não podia mais formar frases coerentes. Aparentemente louco, ele começou a morder pedaços de carne de seu braço. Os cientistas correram para dentro da câmara e o prenderam a uma mesa para que ele não pudesse se matar. Depois de algumas horas amarrado, o indivíduo parou de lutar e gritar. Ele olhou fixamente para o teto enquanto suas lágrimas caiam silenciosamente através de seu rosto. Por duas semanas, o individuo precisou ser re-hidratado manualmente devido ao choro constante. Eventualmente, ele virou a cabeça e, apesar de sua cegueira, fez contato visual focado com um cientista, pela primeira vez no estudo.
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Ele sussurrou: "Eu conversei com Deus, , e Ele nos abandonou". Logo após, seus sinais vitais pararam.
Não havia nenhuma causa aparente para a morte.





Então é isso pessoal, por aqui acaba mais uma Creepypasta.
Não se esqueçam, sigam! @paulinhodantas4
Muito obrigado! :)

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Creepypastas! - Par Perfeito e Trauma.



                           Vídeo novo do nosso novo parceiro!
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Creepypasta: Duas Faces


É normal se ver casos de pessoas que sofreram choque térmico devido a uma forte mudança climática, casos como essa já aconteceram com pessoas durante o banho, levando até mesmo ao desmaio em algumas situações e nas mais extremas, fazendo com que a pessoa morra, mas esses casos são a minoria.


No entanto há sinistros relatos de algumas dessas vítimas que são no mínimo curiosas, falando que pouco antes do choque térmico aconteceu algo que pode ser considerado no mínimo intrigante. Segundo alguns, durante o banho, viram uma pessoa dentro do banheiro.

Não existe um nome específico para a tal aparição, mas alguns a chamam de "Duas Faces", isso porque embora os relatos variem em diversos detalhes, alguns desses detalhes se fazem presentes na maioria dos casos relatados. A pessoa vai tomar banho e o vapor gerado pela água começa a surgir, fazendo com que o vidro do box comece a ficar embaçado, tudo parece normal até a pessoa perceber o som de uma canção baixa e lenta e quando ela olha pra fora do box, percebe um vulto humano no local, daí quando a pessoa passa a mão no vidro para ver quem é, o vulto aparece bem em frente ao vidro e a pessoa pode ver sua cara, que é caída, como se a pele não estivesse grudada na carne com um aspecto de velha, e então a pessoa ouve ela sussurrar "Duas Faces".

Após isso os relatos variam em detalhes, alguns desmaiam, outros saem correndo e quando abrem o box não há mais ninguém. Todos sofrem choques térmicos e paralisia facial, mas na maioria dos casos é reversível. Não se sabe exatamente porque a entidade fala "Duas Faces", mas alguns dizem que ela tenta se referir ao rosto da pessoa ao sofrer o choque térmico, uma espécie de maldição lançada pelo ser, outros acreditam que a criatura se refere ao seu próprio rosto deformado e tenta substituir o seu rosto pelo da pessoa.

Alguns falam que já a viram de forma diferente, não durante o banho, mas sim no espelho embaçado do banheiro, assim que passaram a mão para se olhar, a viram em um canto. Tem também quem diga que alguns dias após a aparição, ainda ouviram a estranha canção saindo dos ralos dos banheiros. Algumas das vítimas dizem que isso é um aviso e que Duas Faces irá retornar e continuará tentando até conseguir o rosto da pessoa que está sendo atormentada, e essa vai ficar com rosto deformado da criatura para resto da vida.

Então para aqueles que acreditam nessas coisas, fiquem avisados, se estiverem no banho e por acaso ouvirem uma canção, é melhor se virar, desligar o chuveiro e esperar todo o vapor ir embora, pois podem não gostar nem um pouco do que verão se ficarem curiosos.

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Ficamos por aqui pessoal!
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Eiffel 65 - I'm Blue.

Olá pessoal! Tudo bom com vocês? Bem.. Espero que sim. Bom, quem acompanha o blog desde antigamente, lembra dessa Creepypasta.
Então, eu achei ela no meu pendrive o.O, fomos o único blog a traduzir ela. Depois, outros copiaram e deram crédito ou traduziram por conta própria. Enfim, essa Creepypasta é muito boa mesmo!
Vale a pena conferir. Absss! 
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Você pode conhecer a banda Eiffel 65 de seus hits Move Your Body ou Too Much of Heaven. Eles são um grupo de euro-dance italiano, e eles têm talvez três sucessos na América: as duas músicas já mencionadas, e I'm Blue. Se você ouvir a música, você iria reconhecê-lo por sua batida contagiante e letras maioritariamente jargão. A canção saiu nos Estados Unidos em 1999, por isso, se você é mais velho que 15 você pode ter ouvido isso. As possibilidades são, no entanto, que você ainda não ouviu a história por trás da música. Em sua recente biografia, Eiffel 65 revela a verdade:
Originalmente, havia quatro membros em Eiffel 65: Jeffrey Jey, Raimondo Sanguine, Maurizio Lobina e Gabry Ponte. Depois de alguns hits que a banda lançou que não deram certos, os quatro decidiram buscar inspiração servindo como missionários com sua igreja. Logo, eles foram para o coração da África para a construção de sistemas de irrigação para as aldeias sem litoral. Nenhuma destas tribos foram realmentes construídas para trabalho físico, mas a palavra de Deus os tinha levado para a África para eles trabalharem.
A construção foi intediante, os quatro companheiros da banda foram selecionados pelos moradores para comemorar naquela noite. A grande festa foi preparada para eles. Eles aceitaram a festa.

Naquela noite, Jeffrey, Raimondo, Maurizio e Gabry entraram na aldeia e foram recebidos por uma longa mesa na beira de um grande círculo, com uma grande fogueira no centro. Os quatro sentaram-se e, imediatamente, um dos moradores saiu de uma cabana próxima carregando um bode, trazendo-a para a fogueira. Os quatro viviam na área tempo suficiente para que o que veio a seguir não chocá-los, mas Raimondo ainda estava enjoado. O aldeão espetou o bode em uma vara e assou-o sobre a fogueira, deixando o cabelo do animal queimar como sua carne fervida. Depois do que pareceu uma eternidade, o chef removeu a carcaça do fogo e começou a mexer com ele. Ás vezes, ele cortava uma artéria e fazia sangue quente jorrar na sujeira, chiando, já que estava fervendo. O chef da tribo continuou servindo o resto do bode para a tribo.

A banda, com mais fome do que nojo, começou a comer o bode recém-torrado, mas Raimondo ainda estava perturbado com o destino do bode, e só conseguiu engolir três mordidas antes de seus companheiros de banda terem terminado as suas porções. Não querendo ofender seus anfitriões generosos, Raimondo dividiu sua porção entre seus três companheiros de banda, e eles rapidamente terminaram as sobras. Os aldeões, tendo terminado os seus pratos principais, começaram a dançar em um círculo ao redor da fogueira. Os moradores dançaram tanto, que as chamas já estavam se apagando. O sol já estava nascendo, deixando as chamas como o único recurso de luz por milhas.

Mesmo com a continuação da dança, um dos moradores não atraído pela dança saiu do local, trazendo um segundo curso para a banda. Na penumbra, parecia uma carne de porco, que a banda estava ansiosa para comer. No entanto, depois de Raimundo ter comido uma porção da carne de cabra, os três membros da banda já estavam satisfeitos, e então a maior parte da carne foi oferecida para Rai. Ele comeu a comida, e ficou satisfeito. Sua satisfação não iria durar muito.

Logo, Rai levantou-se da mesa e juntou-se aos moradores em sua dança. Ele começou á ficar no ritmo perfeito como as crianças e os moradores em perfeição. Entusiasmado pela dança, Rai começou a cantar.

Im blu da ba

Dee da ba di

Da ba dee da

Ba di da ba

Dee da ba di

Os colegas de Rai sabiam que era esta a inspiração que eles estavam procurando, então eles escreveram o que Rai cantava enquanto continuava á dançar. Suas emoções estavam fortes, ele estava muito mais rápido que qualquer outra pessoa do círculo, até que Rai abaixou as mãos e ficou imóvel, continuando a cantar. O círculo fechou-se, e a banda perdeu a vista de Rai por um tempo, até que eles viram ele correndo em direção ao fogo, ele se atirou com a cara no fogo, ainda cantando.

Os três tentaram romper o círculo para salvar seu amigo, mas eles foram bloqueados pela tribo dançando. A única coisa que eles poderiam fazer era observar o seu amigo queimar lentamente na pira, cantando o refrão assombrado até que ficou sem fôlego no pulmão. A banda correu até a escuridão, até que se depararam com o acampamento de voluntários onde estavam hospedados. Eles não disseram nada do que aconteceu, e quando amanheceu, a banda partiu para o aeroporto para voltar á Itália.

Os três conseguiram compensar o talento musical de Raimundo, e produziram o álbum Europop. A maioria das músicas eram sem sucesso, mas I'm blue fez muito sucesso nos Estados Unidos. A banda fez milhões de álbuns, mas não sem um custo. A banda, com uma homenagem, tinha usado o que Raimundo cantou. A taxa de homicídios dobrou na Itália naquele ano, com a maioria das vítimas nunca encontradas, apenas com algumas partes do corpo sobrando, geralmente o torso incompleto, com a maioria da carne devorada, como se fosse um animal selvagem. Não há provas capazes de identificar que tipo de animal poderia consumir essas pessoas, nem foram capazes de encontrar o restante das vítimas.

Não até que anos depois um pesquisador fez uma conexão entre I'm blue e as mortes misteriosas. Invertendo as letras, o pesquisador descobriu a mensagem secreta de Raimundo:

"Hide the body                                       Tradução: Esconda o Corpo, Coma o Corpo.

Eat the body

Hide the body

Eat the body"

Ouça por você mesmo: http://eifel65cannibals.ytmnd.com/

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Equipe Creepypasta Puro:
Miller, Luiz e Rodrigo. 

Forte abs! 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Annora Petrova

Para: Breeiceq@--------- .com
Assunto: POR FAVOR BREE LEIA ISSO, NÃO APAGUE!

Eu sei que você me odeia, mas nós já fomos melhores amigas uma vez e preciso que você leia isso. Acho que estou com sérios problemas e não há nada que você possa fazer, mas eu preciso que você leia isso para você entender. Eu sei que nós não conversamos desde as eliminatórias. Isso vai durar para sempre, mas o que aconteceu não foi culpa minha. Pelo menos não inteiramente minha. Eu sei que todo mundo acha que foi, mas eu nunca faria nada para te machucar. Sei que tudo isso vai parecer loucura, mas eu preciso te dizer isso para que pelo menos alguém saiba o que realmente aconteceu.

Tudo começou quando estávamos na 8ª série, na noite antes da competição Cristal Classic. Eu estava em casa e não conseguia dormir porque estava muito nervosa quanto aos concorrentes. Bem, eu havia ganhado um computador novo e tentava navegar na internet, mas depois de conectar, eu não conseguia me concentrar em nada, eu só fiquei sentada lá, então eu resolvi fazer umas pesquisa aleatórias. Eu nunca deveria ter feito isso Bree. No começo eu encontrei apenas todas aquelas coisas habituais que você encontra quando googleia a si mesmo; mas então eu encontrei um link para uma página da Wikipedia sobre mim. Eu primeiramente pensei que foi o meu pai que fez isso. Não havia muita coisa lá, apenas alguns fatos básicos sobre patinação, a cidade em que eu morava, mas a única coisa que realmente me pegou foi que lá dizia que eu havia ganhado o Cristal Classic daquele ano.

Eu ri. Tinha certeza de que alguém só havia feito aquilo para me encorajar. Até confrontei o meu pai sobre isso, mas ele negou. Quando eu ganhei o concurso no dia seguinte, eu fiquei tão feliz. Aquela foi a primeira competição que eu havia ganhado e me sentia tão bem. Lembro como eu passei a me esforçar mais depois disso. Foi quando meus pais contrataram Sergei para me treinar. Você deve imaginar o quanto isso deve ter custado. Depois disso eu passei a sempre verificar a minha página antes de cada competição e ela sempre dizia em qual posição eu ficaria. Ela disse que eu iria ganhar os regionais, e tudo se cumpriu. Depois disso Sergei convenceu a minha mãe e o meu pai que eu tinha realmente uma chance nos Jogos Olímpicos. Foi quando eles me tiraram da escola.

Eu patinava todos os dias mas não estava progredindo da maneira que Sergei disse que precisava se eu quisesse ganhar o campeonato. Eu me esforcei tanto e estava tão patinando bem mas ainda assim Sergei disse que eu não era boa o suficiente. E então as eliminatórias chegaram. Eu só conseguia pensar em ganhar e então fiz algo que não deveria ter feito. Todo mundo estava dizendo que você era a favorita e eu me sentia como se já tivesse perdido a competição, então fiz uma conta na Wikipedia e tentei editar a página colocando que eu venci. O estranho é que quando eu tentava atualizar a página, tudo o que dizia era: "Annora Petrova é uma vadia egoísta que vai ter o que merece".

Eu fiquei devastada. Foi por isso que eu parecia tão triste no dia seguinte. Eu estava em uma espécie de transe naquele dia. Eu me lembro de ter visto a sua apresentação e ver sua lâmina se desprender, e a última coisa que eu lembro é de estar no chão e meu rosto estar coberto de sangue. Então eles disseram que era minha culpa, porque eu estava com os seus patins mais cedo. Bree, eu sinceramente não fiz nada com os seus patins; eu, eu queria ganhar, mas eu não faria nada para te machucar. Quando eles me disseram que eu estava banida da competição e de outras futuras, todo mundo disse que eu tive o que merecia. Ninguém sequer quis ouvir o meu lado da história.

Eu acho que você ouviu dizer que Sergei me abandonou depois disso. Ele disse que eu estraguei tudo. Ninguém mais falava comigo. Você sabe o que é ser ignorada por todos? E, em seguida, a página ficou pior. Sempre que eu verificava, ela sempre dizia coisas horríveis sobre mim. Eu não posso nem mesmo citar a metade delas, a linguagem era tão chula e vil. Eu chorava toda vez que eu a lia, mas eu não conseguia parar de ler. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa, então fiz uma denúncia para a Wikipedia, mas eles afirmaram não saber de nada sobre página alguma. Eu estava sozinha em casa naquela sexta-feira à noite e eu decidi dar uma olhada para ver se já havia sido deletava. Ela ainda estava lá, só que desta vez ela dizia: "Annora Petrova é uma orfãzinha patética." Eu entrei em pânico. Eu tentei ligar para os meus pais, mas cada vez que eu chamava, tudo o que eu ouvia era uma risada cruel do outro lado. Devo ter ligado uma centena de vezes, até que por fim, a risada se foi.

Após o acidente, pedi para a polícia checar os telefones, mas não havia qualquer registro das minhas chamadas naquela noite. Eu estava devastada. Naquela época eu fiquei ocupada com treinos e tarefas para casa e nunca percebi o quão sozinho eu estava. Eu sei que você tentou se reaproximar, mas eu estava tão deprimida e com raiva que estraguei qualquer chance de voltarmos a sermos amigas novamente. Depois que fiz 18 anos e recebi uma certa quantia em dinheiro da pensão, eu vim para a Suíça. Eu resolvi seguir em frente. Minha patinação começou a decolar. E não tinha passado um ano e tudo aquilo que aconteceu parecia estar no passado. É por isso que eu não deveria ter feito isso, Bree. Estou escrevendo agora de um antigo hotel de Praga. Estou fazendo testes para o Ice Circus amanhã. Eu sei que esse é o tipo de coisa do qual normalmente tiraríamos sarro, mas eu realmente quero isso. Eu estava me sentindo tão nervosa que recorri à um velho hábito: acessei a minha página na Wikipedia. É difícil dizer isso, mas quando eu chequei a página para ver se tudo daria certo amanhã, tudo o que dizia era: "Annora Petrova morreu sozinha e sem amigos" e tinha a data de hoje listada como a data da minha morte. Eu estou chorando tanto que eu mal consigo terminar de escrever isso. Eu só queria que você soubesse a verdade. Por favor, acredite em mim Bree. Anexei um print da página para que você acredite em mim, está tudo lá, assim como eu te disse. Eu não sei o que fazer. Eu não conheço ninguém aqui e ninguém fala Inglês. Ainda estou atualizando a página.

Meus Deus, eu continuo atualizando, mas nada mudou, e eu estou esperando até chegar a meia-noite. Eu não sei o que fazer e então me tranquei no meu quarto. Falta apenas alguns minutos para a meia-noite. Tudo que posso fazer é continuar atualizando a página. Estou exausta, mas não consigo e nem devo parar. Eu tenho medo de deixar o computador antes de descobrir o que vai acontecer.


Fiquem com mais uma creepy <3
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Creepypasta dos Fãs: Por quê você me matou?

Olá, meu nome é Amanda, tenho 14 anos, sou vocalista de uma banda pouco conhecida. Fazem seis anos que me mudei e desde esse dia, não fico mais em paz.
   Toda noite, em meus sonhos, vejo uma mulher a uns 4 metros de distância, não consigo ver seu rosto, só sei que seus cabelos são loiros e usa um casaco branco com manchas de sangue. Ela fala "Por quê você me matou?" E simplesmente eu acordo quando ela para de falar. Hoje quando acordei, tinha uma nota na parede do meu quarto , estava escrito "Por quê você me matou?" Estava em todos lugares: no carro, na escola,no banheiro, no ginásio, até na garagem dos ensaios.
    O medo e a loucura tomavam conta de mim. Como isso é possível? Não era só um sonho? Passei vários dias sem dormir e sem ir à escola, estava em pânico, com medo de dormir e nunca mais acordar, mas aquela mulher não saía da mente e sempre falava a mesma coisa.
    Já não aguentava mais, acabei dormindo.
    Dessa vez a mulher estava mais perto, sua pele era branca como papel,não tinha olhos e sua boca era cortada de orelha à orelha e novamente ela disse " Por quê você me matou?" Não consegui responder, estava em choque, ela veio até mim e arrancou meus olhos, arranhou minha pele e estampou um sorriso igual ao dela no meu rosto, até que finalmente morri.
    Eu estarei em seus sonhos , te perseguirei como me perseguiram te farei sofrer como sofri até você morrer.

     "Por quê você me matou?"

Escrito por Amanda.
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sábado, 10 de janeiro de 2015

Creepypasta dos Fãs: O quão alto você vai gritar?

Eu vou te caçar, todas as noites, em todos os seus sonhos.
Tornarei seus melhores sonhos em seus piores pesadelos.
Vou fazer esquecer quem realmente é, farei esquecer o que é felicidade.
Você nunca vai se acostumar com a dor que eu vou aplicar em você todos os dias
E quando você não aguentar mais, quando me implorar pela morte...
Eu irei falar exatamente o que você falou rindo para mim na noite que invadiu minha casa, quando eu
implorei pela vida de minha esposa e você me olhou e negou a vida de minha mulher.
Mas eu não sou como você, eu não sou você.
Eu não matarei você.
Pelo contrario, farei você sofrer ate que o ultimo traço de sanidade suma por completo e você se renda a minha escuridão para sempre.
Só então, quando estiver completamente engolido pelas minhas trevas eu irei pegar um ferro de passar roupa e vou coloca-lo sobre o seu peito... E depois liga-lo na tomada.
Quanto tempo será que vai demorar para você morrer ?
Melhor... O quão alto você vai gritar ?

Creepypasta escrita por: Cerberus.
Keep Creeping!
Twitter: @paulinhodantas4
Equipe CP: @Miller1116, Luiz Souza e Rodrigo.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Creepypasta dos Fãs: Eu acho que exagerei desta ultima vez..

Sinto falta do ódio que tinha de você, das brigas que terminaram em hematomas, dos cortes e de todas as vezes que te machuquei e te quebrei.
Das vezes em que olhava para seus olhos e eles tremiam de medo,
Mas mesmo assim você nunca fugiu, nunca foi embora.
Acho que te amarrei bem de mais para que tivesse alguma chance.
Eu não podia te deixar solta, você era o que eu chamava de hora da diversão, e eu sinceramente acho
que você se divertia também, mesmo com todas aquelas lagrimas de dor.
Vai me dizer que não gostava das vezes que eu cortava sua pele na primeira camada, só para deixar sua carne exposta para que eu pudesse então fazer você me sentir melhor.
Sempre defini nosso relacionamento como algo muito... Intimo.
Aposto que você também achava, afinal nunca foi minha intensão te magoar de forma alguma, sabe...
eu amo você, ou amava, amava esse seu olhar psicótico enquanto eu explicava a próxima atividade que faríamos.
Mas antes do final eu gostaria que você ficasse com uma coisa nossa, eu não sei se você sabia que eu
tinha isso guardado, mas isso não importa.
Desde sempre eu tenho preenchido este álbum de fotos, não só minhas, mas nossas!
Esta vendo?
Esta tudo aqui, e um dia o mundo vai ver a beleza do meu trabalho, do nosso trabalho.
Desde o dia em que te amarrei, o dia que tirei suas unhas. Uma de cada vez no dia que me arranhou,
quando cortei suas pálpebras com aquele alicate da garagem porque você queria dormir e também tem aquele dia em que você conseguiu se soltar enquanto eu tomava banho e ligou para a policia!
Infelizmente eles não sabiam brincar como nos sabemos, eu matei todos, todos!
Esta vendo aqui na foto, todos mortos!
Tudo bem que depois disso tivemos que nos mudar, e isso foi difícil, mas confesso que foi divertido.
Mas acho que a brincadeira acabou agora, né ?
Não vejo mais o medo ou o pavor nos seus olhos, apenas esse brilho cinza da morte...
Eu acho que exagerei desta ultima vez...

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Então, finalizaremos por aqui a Creepypasta! Espero que tenha gostado, avalie e por favor, siga o blog.
Keep Creeping!
Twitter:  @paulinhodantas4
Revisão de Texto: Paulo Guimarães (twitter: @paulinhodantas4).
Equipe Creepypasta Puro:
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Luiz Souza. (não possui twitter).
Creepypasta escrita por: Cerberus (prefere identificar-se assim).
Tchau ^^

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

ANO NOVO E ALGUMAS COISAS.

Feliz ano novo a todos... 2015! EU ACHO QUE EU TO UM POUCO ATRASADO, ¬¬' E vocês podem perceber que esse blog é bem instável, devido a minha vida SUPER ATIVA horrível.

Em período de aulas, não cobre postagem. Não.
Vou começar a deixar postagens programadas, por exemplo, uma por semana.
Os outros postadores estão passando férias com suas famílias, portanto, aguarde seus respectivos retorno.
Eu tenho internet a disponibilidade a todo momento, porém, minha cabeça de vento esquece do BLOG.
Ou seja... Vou ser obrigado a fazer algo para não esquecer do blog.

Então é isso! NÃO MIM JUGUI! Espero que entenda as ausências, e vou fazer de tudo para trazer conteúdo. ¬¬ '

Até logo.
Atenciosamente,
Paulo Guimarães.

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